domingo, 16 de junho de 2013

Caminhoneiro que não cumpre Lei do Descanso é multado no Paraná

Boa noite Amigo(a) Leitor(a).

Ação do Ministério Público do Trabalho teve início em Maio no Estado e se entenderá a todo o País

O Ministério Público do Trabalho (MPT) intensificou mês passado a fiscalização da lei que estabelece limites à jornada de trabalho dos caminhoneiros. Pela primeira vez desde que a lei entrou em vigor, em julho, o órgão promoveu uma blitz que aplicou multas aos motoristas que não cumpriam as regras, como fazer paradas de 30 minutos a cada quatro horas de direção e ter repouso diário de no mínimo 11 horas.

No Paraná, ao menos 28 motoristas já foram multados. Os casos serão enviados ao MPT, que deve investigar a responsabilidade das empresas transportadoras. Até agora, são 324 empresas investigadas em todo o país. Os inquéritos estão em andamento. Os caminhoneiros foram enquadrados por descumprirem o Código de Trânsito Brasileiro e penalizados com quatro pontos na carteira, além de multa de R$ 127.

A operação feita no Paraná será replicada em outros Estados nas próximas semanas, em parceria com a Polícia Rodoviária Federal. O objetivo é fazer valer a lei, que foi alvo de protestos de caminhoneiros e transportadores. O setor reclamava que as rodovias brasileiras não têm pontos de parada e que a lei encarecia o frete, reduzindo ofertas de trabalho e aumentando o custo do transporte.

Um grupo de caminhoneiros organizou uma greve geral contra as novas regras, mas ela fracassou. Para o procurador Paulo Douglas, que coordena as fiscalizações, o movimento contrário à lei foi "patrocinado por ruralistas".

As multas a quem não cumpre a lei estavam suspensas desde setembro por uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito, que exigia que o governo elaborasse uma lista das vias com áreas adequadas para descanso.

Fonte: Folha de São Paulo

Grande Abraço.

Equipe Logos.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Feliz Dia da Logística

Boa noite Amigo(a) Leitor(a).

Neste dia 6 de junho comemoramos mais uma vez a data especial para os profissionais que garantem que produtos estejam disponíveis e serviços sejam executados no momento certo, no local adequado, ao preço justo.

"PLANEJAR E COORDENAR AS ATIVIDADES E FLUXO DE PRODUTOS PARA ALCANÇAR NÍVEIS DESEJÁVEIS DOS SERVIÇOS E QUALIDADE, AO MENOR CUSTO POSSÍVEL".
 
Sim, falamos dos profissionais da logística, pois o 6 de junho é a data quando comemoramos o dia da logística.

Grande Abraço.

Equipe Logos

segunda-feira, 3 de junho de 2013

O Depósito Falante: Compreendendo como a voz desencadeia maior desempenho na distribuição de produtos

Boa noite Amigo(a) Leitor(a).

Os gestores da Cadeia de Suprimentos e de Distribuição enfrentam hoje uma lista crescente de desafios reais de negócios. Sentem a pressão para melhorar suas operações, reduzir custos e aumentar o throughput de suas instalações. Em uma economia flutuante, alguns gerentes de distribuição experimentam as dores do crescimento, enquanto outros têm de lidar com a contração do negócio. Muitos têm o fardo de acomodar uma base de SKU crescente juntamente com um mix diversificado de produtos que está em constante mudança. Também enfrentam a realidade de um mercado de trabalho em mudança. E todos procuram melhorar continuamente as suas capacidades de distribuição.

Para endereçar estes desafios de negócios e promover uma maior compreensão da tecnologia centrada em voz, Vocollect e DC Velocity Magazine uniram-se para lançar esta série educacional, O Depósito Falante: Compreendendo como a voz desencadeia maior desempenho na distribuição de produtos.

Esta parceria reúne a DC Velocity, reconhecida por profissionais da cadeia de suprimentos como uma das autoridades no segmento de voz, e Vocollect, uma autoridade comprovada em voz.

Esta série educativa vai ajudar profissionais da cadeia de suprimento e distribuição a ganhar uma maior compreensão dos fluxos de trabalho direcionados pro voz, suas muitas maneiras de aplicação, e a ampla gama de benefícios que as empresas tem alcançado após a implementação de sistemas de voz.

Segue abaixo o link para baixar os arquivos, no qual será remanejado para o site da revista Mundo Logística.

http://www.revistamundologistica.com.br/portal/depositofalante_d.shtml

Grande Abraço.

Equipe Logos

terça-feira, 21 de maio de 2013

Comportamento dos motoristas ao dirigir pode determinar gestão de frota das empresas

Boa tarde Amigo(a) Leitor(a)


Tecnologia desenvolvida pela 3T Systems proporciona eficiencia logística e maior segurança no trânsito


Desde 1997, o tacógrafo de disco, aparelho que registra excessos de velocidade, passou a ser obrigatório em veículos de transporte de carga e passageiros. Se empregada corretamente, a tecnologia auxilia na gestão comportamental dos motoristas e proporciona mais segurança no trafego. “Porém, em muitos casos o aparelho não é utilizado de forma eficaz”, conta o gerente de desenvolvimento Eduardo Meirelles, da 3T Systems - empresa que oferece soluções de rastreamento. “Observamos que o instrumento é aproveitado apenas em perícias, ou seja, quando o acidente já aconteceu”, complementa. Equipamentos de telemetria são outra solução, porém, pouco utilizadas. “Além de complexos, o custo é muito elevado. O número de aparelhos instalados é desprezível em relação à frota brasileira”, explica Meirelles.

Para contornar o problema, A 3T Systems desenvolveu uma solução que avalia o comportamento do motorista ao volante baseando-se unicamente em dados informados pelo GPS do rastreador e dispensando sensores externos. O custo do 3T Inovação, nome da solução, é mais acessível se comparado a telemetria, vantagem inclusive para veículos de carga de menor valor agregado.

O 3T Visão mede a intensidade e freqüência das manobras, freadas, acelerações e curvas, analisa o tempo de permanência nas diversas faixas de velocidade e mensura quais são seus gastos reais e os riscos de acidentes. A avaliação do perfil do condutor é baseada em estatística das suas manobras. A performance é comparada, de forma simples e objetiva, ao perfil de um “condutor padrão”. Motoristas infratores são facilmente identificados pela ferramenta. “Este método é Ideal para a criação de um modelo de gestão de melhoria contínua e a simplicidade de instalação permite que embarcadores possam avaliar e selecionar, na própria operação, as transportadoras e agregados contratados”, finaliza. 

Fonte: Revista Mundo Logística

Grande Abraço.

Equipe Logos.

terça-feira, 14 de maio de 2013

BNDES deve aumentar recursos para infraestrutura logística

Boa tarde Amigo(a) Leitor(a).


Entre 2013 e 2014, Banco deve desembolsar R$ 64 bilhões em recursos para o setor


O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, disse nesta quarta-feira (8) que a instituição vai aumentar o apoio ao setor de logística, direcionando R$ 30 bilhões em 2013 e R$ 34 bilhões em 2014 para ferrovias, portos, aeroportos e estradas. No ano passado, foram desembolsados R$ 25 bilhões.

Coutinho, que participou de audiência pública conjunta das comissões de Assuntos Econômicos (CAE) e de Infraestrutura (CI), informou que a tendência é de aumento desses valores diante da perspectiva da realização de leilões de concessão ao setor privado.

– Já iniciamos um processo de expansão no investimento em infraestruturas logísticas. A trajetória dos financiamentos será certamente crescente. A expectativa é que os leilões possam mobilizar o investidor privado para uma onda robusta e duradoura de investimentos em logística, extremamente necessários para a ampliação a eficiência da economia brasileira – opinou.

Luciano Coutinho passou boa parte da reunião mostrando a importância para o país do banco, que é atualmente, segundo ele, o maior provedor de crédito a longo prazo do Brasil.

De acordo com Luciano Coutinho, o BNDES fechou 2012 com R$ 8,2 bilhões de lucro líquido e se beneficia do baixo índice de inadimplência e da boa carteira de crédito.

– Em 2012, 99,1% da carteira do BNDES estavam compreendidas entre os níveis duplo A e C, ou seja, de boa qualidade. Trata-se de um percentual superior ao da média das instituições financeiras privadas e públicas – afirmou.

Por mais de uma vez, o presidente do banco ressaltou o papel desempenhado pela BNDESPar, subsidiária da instituição que, entre outras atividades, administra carteira de valores mobiliários, atuando no mercado de risco. Coutinho ressaltou que a BNDESPar tem sido mal compreendida, mas não usa recursos do Tesouro e faz investimentos rentáveis e tem gerado lucro para oBNDES. Em 2012, o lucro da BNDESPar foi de R$ 298 milhões.

Fonte: Agência Senado (Anderson Vieira)

Grande Abraço.

Equipe Logos

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Gargalo logístico gera negócios em tecnologia

Boa noite Amigo(a) Leitor(a).

Os problemas de logística para embarcar mercadorias no porto de Santos (SP) dão prejuízo para muitos, mas para empresas iniciantes são uma oportunidade de desenvolver novas tecnologias.

As filas de caminhões nos terminais do porto levaram Fernando Jobim, 43, e Marcelo Badra, 39, a montar a Alpar e a criar um aplicativo de celular para agilizar a entrada dos veículos.

Chamado de Tacs Mobile, ele permite uma leitura instantânea dos cartões de uso obrigatório pelos caminhoneiros para ter autorização de entrada. Basta aproximar o cartão do aparelho e o programa avisa se há ou não autorização da alfândega.

Dessa forma, segundo Jobim, um segurança do terminal faria a triagem dos caminhoneiros enquanto eles ainda estão na fila.

"Conseguimos antecipar problemas que iriam acontecer na entrada para o meio da fila, melhorando o fluxo."

Jobim diz que essa é a primeira de uma série de soluções que a Alpar quer criar no segmento portuário. Entre os produtos já projetados, está um software de lacre eletrônico usado para registrar todas as movimentações dos contêineres.

Outra empresa iniciante que pretende melhorar a logística de transporte de mercadorias é a CargoBR.

Para isso, desenvolveu uma plataforma na internet que, ao ajudar as transportadoras a encontrar mais opções de serviço, pretende diminuir o número de caminhões que fazem viagens sem estarem cheios.

No ar há três semanas, a plataforma da CargoBR permite que empresas que querem enviar mercadorias cadastrem seus pedidos no site.

A seguir, transportadoras cadastradas recebem alertas sobre a oportunidade e fazem propostas de frete para o produto. O embarcador escolhe a que considerar melhor.

A empresa conseguiu atingir os mercados de calçados, livros e tecidos. A próxima meta, diz Rodrigo Palos, 25, sócio da empresa, é entrar no setor de commodities.

Para isso, será preciso colocar os caminhoneiros autônomos no site.

Fonte: Filipe Oliveira - Folha de S. Paulo

Grande abraço.

Equipe Logos

Pesquisa aponta piora nas condições das estradas

Boa noite Amigo(a) Leitor(a).

Frota antiga e falta de esforço do governo impedem solução do problema

Maior operadora logística do modal rodoviário do país, a JSL tem uma frota de sete mil veículos próprios, entre caminhões e veículos leves, que roda 39 milhões de quilômetros por mês e serve de termômetro da qualidade das rodovias. "A manutenção está sendo feita, embora sempre pareça insuficiente para o tamanho da malha rodoviária do país, e há novos projetos de concessão que devem contribuir para o desenvolvimento do país", diz Fernando Simões, presidente do Grupo JSL. O gargalo, aponta, é também da frota. A média de idade dos veículos pesados em circulação no Brasil é de vinte anos contra sete nos países desenvolvidos.

A Confederação Nacional dos Transportes (CNT) reconhece o envelhecimento da frota, mas avalia que o esforço do governo não tem sido suficiente. No ano passado só foram executados 47% do orçamento de R$ 26,7 bilhões destinados às obras de manutenção. Este ano estão autorizados R$ 17,9 bilhões, mas a execução até abril não passava de R$ 1,4 bilhão.

O estudo "Pesquisa CNT de Rodovias 2012" apontou piora nas condições das estradas brasileiras no ano passado na comparação com o ano anterior. O índice ótimo e bom só foi alcançado por 40,3% dos trechos vistoriados por especialistas, contra 46,9% de 2011. Pouco menos de 60% foram considerados regulares, ruins ou péssimos. No ano anterior, a soma de regular, ruim e péssimo atingiu 53,1%. A pesquisa foi feita durante 37 dias. Dezessete equipes de especialistas da CNT percorreram mais de 95 mil quilômetros de estradas federais e rodovias estaduais.

O custo operacional dos caminhões aumenta 18% mesmo quando a pavimentação das vias é considerada boa. Se ela é regular o custo sobe para 41%, chega a 65,6% em condições ruins de pavimentação e pode atingir 91,5% quando é péssima. "O desafio é mudar o cenário", diz Bruno Batista, diretor executivo da CNT.

Na avaliação do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), a condição da malha federal melhora ano a ano. O percentual de rodovias federais pavimentadas classificadas como boas ou regulares passou de 74%, em 2009, para 89%, em 2012. A avaliação é baseada em parâmetros técnicos e levantamentos de campo que incluem desde a avaliação visual da frequência de trincas e remendos da pista até a aferição com aparelhos eletrônicos da superfície da rodovia e das deformações do pavimento.

Em março, um levantamento do Tribunal de Contas da União (TCU) descobriu falhas na manutenção de rodovias que tinham acabado de passar por obras. Os técnicos identificaram trechos com afundamento, trincas e desgaste exagerado de pista. As obras fiscalizadas custaram R$ 740 milhões. O TCU estimou que seria preciso gastar mais R$ 159 milhões para consertar os problemas.

O diretor-geral do DNIT, Jorge Fraxe, admite a necessidade de fortalecer a fiscalização dos serviços contratados, mas afirma que a autarquia conseguiu devolver aos cofres públicos cerca de R$ 21 milhões relativos a obras refeitas ou ajustadas no último ano. Foram aplicadas, a várias empresas, multas no total de R$ 1,5 milhão, por problemas como erros de execução e atrasos.

Fonte: Valor Econômico

Grande abraço.

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